sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Caminhos do Xisto...




Aldeia de Xisto do Talasnal, Serra da Lousã (Portugal)

domingo, 10 de outubro de 2010

Quentes e boas!

























Castanhas assadas numa rua junto a Piazza di Spagna - Roma (Itália)

Já se sente o Outono, as noites estão mais frias, a chuva que se ouve lá fora insiste em regar os nossos dias... as árvores começam a despir a sua camisa de Verão e embalam com ternura o canto dos melros e dos pardais que teimam em sorrir nestes dias... mesmo os mais cinzentos.
O assobio do vento trás o cheiro da terra molhada, o cheiro a urze, a pinheiro e a Natal...
Acendem-se as primeiras lareiras, anoitece e a lua esconde-se por entre nuvens tristonhas, ao som de corujas e mochos.
Comem-se castanhas, trocam-se recordações à fogueira, bebe-se jeropiga e os dias correm como folhas caídas...

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

terça-feira, 5 de outubro de 2010

100 Anos da República

























Bandeira de Portugal - Castelo dos Mouros, Sintra (Portugal)

A República faz hoje 100 anos e a meu ver sem grandes razões para comemorar o centenário. Quando era jovem "teve" grandes ideias, quase todas demasiado grandiosas para pequenez da mentalidade que então existia (e que em grande parte ainda hoje existe). Depois passou por um momento de obscuridade até chegar a este completo estado de caos em que ninguém se entende e a "res" tem muito pouco de "publica"...

No meio desta confusão há quem defenda que a solução é a monarquia: um rei, uma linhagem... não consigo perceber como pode alguém pensar que a resolução dos nossos problemas está num ser humano cuja única suposta qualidade de governação lhe advém dos genes...

Oxalá os próximos 100 anos de história da República façam esquecer a centúria anterior.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Rose

























Uma rosa nos jardins do Palácio da Pena - Sintra (Portugal)

"É acreditando nas rosas que as fazemos desabrochar" - Anatole France

domingo, 3 de outubro de 2010

"Patinho-feio"

























Cisne Branco ("Cygnus Olor") - Lago de Bracciano (Itália)

O conto "Patinho-feio" de Hans Christian Andersen, mostra de uma forma muito simples como as pessoas tendem a julgar as outras pelas aparências e a pôr de parte ou rejeitar tudo o que seja diferente. Porquê não pode um "pato preto" ser bonito? Porquê é que ninguém se importa com a "essência"? ...e dizem "não" antes mesmo de a conhecerem!?